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As notícias internacionais mais importantes da semana de 24 de outubro

28/07/2017

 

Veja os destaques do noticiário internacional para quem vai prestar vestibular. Todas as notícias são da Agência Brasil:

 

 

Quase 4 mil imigrantes morreram no Mediterrâneo em 2016

 

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) informou nesta sexta-feira (28) que 3.930 imigrantes morreram durante a travessia do Mar Mediterrâneo em 2016, uma média de 13 por dia. O número já é muito superior ao registrado durante todos os 12 meses do ano passado, quando 3.777 pessoas perderam a vida nas rotas marítimas. A informação é da Agência Ansa. Como há muitas buscas e missões de salvamento em andamento, o número deve subir nos próximos dias, quando surgirem novas informações. Leia mais aqui.

Vaticano abre arquivos sobre ditadura argentina

 

O Vaticano e a Conferência Episcopal Argentina anunciaram nessa terça-feira (25) que concluíram o processo de organização e digitalização dos arquivos do período da ditadura militar na Argentina, conservados pela instituição católica. A informação é da Agência Ansa. As vítimas e os familiares diretos dos desaparecidos e detidos, além de religiosos e seus superiores poderão em breve consultar os documentos. De acordo com o arcebispo de Buenos Aires, cardeal Mario Aurelio Poli, são cerca de 3 mil cartas escritas entre os anos de 1976 e 1983, que foram conservadas pela conferência. “Trata-se, na maior parte, de cartas dos familiares, sendo algumas com respostas a solicitações, com as comunicações que se faziam ao governo manifestando preocupações e pedindo pelas pessoas”, disse Poli. Mais informações aqui.

 

 

Estado Islâmico cobra taxa de até US$ 500 para deixar iraquianos fugirem

 

Em Hawija, cidade no Iraque comandada pelo EI, o grupo terrorista cobra até US$ 300 (R$ 936) de homens que queiram fugir e US$ 500 (R$ 1.560) de mulheres. Crianças não conseguem escapar nem pagando, já que são mantidas reféns e forçadas a estudar a doutrina da milícia.

 

Os valores precisam ser pagos em dinheiro vivo, mas não são todos os membros do Estado Islâmico que aceitam esse método. Há facções que degolam pessoas que oferecem “suborno” para deixar a cidade. E essa não é a única maneira de aterrorizar os moradores de Hawija. Há dois meses, 100 civis foram executados sob a acusação de serem espiões ou não respeitarem as regras impostas pelo EI.

 

As denúncias foram feitas por sobreviventes que conseguiram fugir nadando por horas até postos das forças curdas na região e chegaram ao campo de refugiados de Dibaga, a cerca de 100 km de distância. Lar para 30 mil pessoas, o campo é administrado por uma organização não governamental chamada Fundação Barzani, mas convive com as restrições comuns a esse tipo de local. “Há um mês temos apenas pão e a água do rio”, conta um solicitante de refúgio.

 

 

Mundo bate recorde de concentração de dióxido de carbono em 2015

 

Pela primeira vez, a concentração média anual de dióxido de carbono (CO2) – o gás causador do efeito estufa – na atmosfera superou a marca de 400 partes por milhão (PPM), inaugurando uma nova era na realidade climática. Segundo a Organização Meteorológica Mundial, esse índice permanecerá acima de 400 ppm durante 2016 e não cairá abaixo desse patamar por “muitas gerações”. No próximo dia 4 de novembro, entrará em vigor o Acordo de Paris, que tem o objetivo de manter o aumento médio da temperatura global abaixo dos 2ºC em relação aos níveis pré-industriais.

Rússia descarta nova trégua humanitária na Síria

 

O governo da Rússia descarta fazer nova trégua humanitária na cidade de Aleppo, na Síria, segundo o vice-ministro das Relações Exteriores, Sergei Ryabkov. Na última quinta-feira (20), o presidente da Rússia, Vladimir Putin, havia autorizado um cessar-fogo temporário em Aleppo para permitir que os civis e os rebeldes “moderados” pudessem abandonar a cidade para salvar suas vidas. Esse prazo chegou a ser prorrogado uma vez e terminou no último sábado (22).

 

Durante esse período, os russos – que são aliados do governo de Bashar al-Assad – não atacaram os grupos de “rebeldes” que atuam contra o presidente no país. O governo de Moscou, diferentemente da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, está na Síria para atacar tanto os terroristas dos grupos Estado Islâmico e Frente al-Nusra como também para defender Assad.

 

A Síria vive, desde 2011, uma sangrenta guerra civil em seu território – dilacerado entre grupos pró e contra governo e grupos terroristas – e contabiliza mais de 300 mil mortes no período, segundo dados das Nações Unidas. Leia mais aqui.

 

Fonte: Guia do Estudante

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